Corujando a coruja

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7 Respostas para “Corujando a coruja

  1. Guido dividiram a coleção entre os sobrinhos.Vc pode imaginar o sufoco.Muitos queriam a mesma. Eu fiquei com duas , que sabiamente, carreguei antes que a casa fosse vendida!!!!!!!

  2. Entrando na sala do apartamento de minha irmã em São Jose dos Campos, Havia uma pequena estante grudada na parede.Nessa estante sua coleção de corujas , pequenos bibelôs, que ela trazia,de todos os lugares do mundo por onde andava.Era uma bela coleção! Elas não tinham mais que 5 centímetros. Uma ou outra era maior..Havia corujas de gesso, de barro, de vidro.Não sei se dão sorte.Pode ser ate que dê , segundo meu medico.Ela morreu de enfarte fulminante com apenas 60 anos.Enquanto minha mãe viveu sua coleção enfeitou a estante da sala da familia junto com os bibelos trazidos pelos filhos de todas as partes do mundo.Mas era a coleção mais bonita e organizada. Ao desfazer a casa com a morte de mamãe, foi uma grande disputa:Todos queriam as corujinhas da Madi……

    • Maria:
      Quer dizer que colecionar corujas encantam a muitos. Só não disse com quem ficou a coleção de corujas que estavam com sua saudosa mãe.
      Obrigado pela visita, relato e abrações

  3. Não sei se aí em Floripa, mas aqui onde moro e em Porto Alegre, há muitas vacas, em esculturas tamanho real. Inclusive, na rodoviária de Porto Alegre há uma, com uma placa de táxi em cima e o letreiro: VACATÁXI.
    A única coisa que pretendi um dia colecionar – e que desisti por não conseguido nenhuma peça- foi de nota de 100 dólares. Quem sabe um dia consiga.
    Obrigadão pela visita, pelo enriquecedor comentário falando dos tempos no Japão.

  4. Não sei se em Floripa, mas em Porto Alegre e aqui, em Tramandaí, há muitas vacas, aquelas esculturas em tamanho real. Na rodoviária de Porto Alegre há uma, com uma placa de táxi e escrito: VACATÁXI rs. A única coisa que tive ideia de um dia colecionar, mas desisti, por não conseguir nenhuma peça: nota de 100 dólares. Quem sabe um dia comece minha coleção kkkk
    Obrigada pela visita e pelo enriquecedor texto que produziu, lembrando dos tempos no Japão.

  5. A nossa amiga Ig – Inês Soares Vieira – colecionava corujas e por toda a parte que eu ia adquiria uma para ela. Percebi, sem que ela me dissesse, que não queria mais corujas e parei de procurar por elas…
    Aconteceu comigo uma coisa similar. Gosto muito de ver vacas pastando. E sentia falta de ver vacas lá no Japão, onde elas ficam em lugares longe das cidades e bem escondidas. Tinha a foto de uma vaca brasileira na minha casa e uma das minhas alunas perguntou porque eu tinha essa foto ali na sala. Contei a ela que no Brasil, em qualquer lugar, a cindo minutos de qualquer cidade, numa estrada, a gente sempre vê vacas e eu sentia falta disso. Para quê? Ela começou a me dar vaquinhas de presente: pequenas, malhadas ou objetos em forma de, ou estampados com vacas. Mesmo os cartões que ela escolhia para me dar usavam vacas como motivo. De repente, tinha vacas nos panos de prato, no guarda-chuva, nos aventais, nos porta-pratos, em caixinhas para guardar óculos, enfim, por toda a parte que ia na minha cozinha ou na sala tinha vacas dos mais diversos estilos…
    Comecei a “enjoar” de tantas vacas, principalmente porque não tinha o intuito de colecioná-las, apenas sentia falta de ver uma vaca de verdade, pastando sossegadamente como a gente costuma ver no Brasil ou na Europa!
    Claro que essa minha aluna queria me agradar e ao mesmo tempo evitar ter que pensar muito em como me presentear: ela gosta de vaca, então, vamos dar vacas a ela!
    Outro dia conheci uma senhora, aqui em Floripa, na casa de quem havia muitas galinhas de todos os jeitos. Não galinhas de verdade, mas objetos representando as penosas. Perguntei a ela, claro, se ela gostava muito de galinhas. Ela me disse o mesmo que eu sentia com as vacas que eu tinha: todo mundo a presenteava com galinhas, pois acreditavam que ela fazia coleção, mas na verdade, não tinha esse amor especial por elas, nem pretendia colecioná-las. Mas já que tinha tantas, as expunha na copa e na cozinha. Entendi o recado: por favor, não me dê galinhas, eu já tenho demais e não gosto tanto de galinhas assim…
    ML

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